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Tá Acontecendo | Unifin


Por: Bruno Lara
Alunos da Faculdade São Francisco de Assis, no bairro Navegantes, em Porto Alegre, encontraram no primeiro semestre de 2018 o estacionamento em novo endereço. Agora está localizado na Avenida Sertório, 385, e não mais com entrada pela Rua Comendador Tavares. Com 130 metros de distância da instituição, o novo espaço, segundo os estudantes, tem pontos positivos e negativos. 
Wagner Abreu, 30 anos, está no sétimo semestre de jornalismo. Cadeirante, enfrenta problemas em função da falta de acessibilidade da entrada principal. Por conta disso, não utiliza o estacionamento dos discentes. “Como eu estaciono no estacionamento dos professores, tenho mais facilidade para ter acesso dentro da universidade. O dos estudantes é um pouquinho mais longe e o contato com essa rua esburacada e ali na frente não tem acessibilidade, nem rampa. Por isso fica mais fácil estacionar dentro da unidade”, explica.

Para Cíntia Borba dos Santos, 25 anos, que está cursando o segundo semestre de jornalismo, há dois lados com a mudança. “O lado bom é que eu achei que ficou mais organizado. As vagas estão pintadas então não corre o risco de estacionar em lugar que não é teu. E o lado ruim é que a gente vai por fora da faculdade. Isso torna o trânsito de chegada perigoso. E também em dia de chuva a gente se molha. Acaba que fica longe um pouquinho e não é cômodo para a gente, que paga R$ 6,00, não é cômodo, mas é o que nos foi proporcionado”, opina.

O local, de propriedade da Paróquia da Paz, de Igreja Luterana, era utilizado antes como academia da Polícia Civil, garante Carlos Roberto, 36 anos, funcionário da faculdade e o responsável pelo serviço. Segundo ele, o terreno anterior era alugado e foi vendido para a Cúria Metropolitana, sede administrativa da Arquidiocese de Porto Alegre. "Este foi o único terreno encontrado nas redondezas que poderia ser usado como estacionamento", recorda.

O comportamento agressivo de jogadores homens, supostamente héteros, com seus pares, aparentemente gays, causa constrangimento e resulta em discriminação com os LGBT. Mesmo velada, a homofobia ora verbalizada, ora manifestada em forma de violência física, resulta em prejuízo psicológico e de natureza moral, uma vez que, por causa do preconceito, a pessoa homossexual deixa de praticar atividade desejada.

Foi isso que contou o jogador do time de futebol Sport Clube Pampacats, Eduardo Rocha Garcia, 25 anos, estudante de Engenharia Civil que deixou de jogar futebol por conta do preconceito. E parou de assistir aos jogos nos estádios que classifica como um “ambiente hostil aos gays”.

“Não é que a pessoa seja obrigada a me aceitar e ser meu amigo. Até porque, eu não faço questão de ser amigo de quem é homofóbico. Pelo contrário. O fato é que, a pessoa está usando de uma característica, ser gay, como um demérito, como se fosse algo ruim. E não é. É apenas uma característica.”, manifestou Eduardo.

O Pampacats é uma equipe poliesportiva organizada em Porto Alegre que além do futebol possui times de vôlei, handebol e corridas. Existe a 10 meses e já participa de campeonatos de futebol de nível nacional. Promovem jogos treinos semanalmente e confraternizações, sempre com intuito de acolher e incluir homens gays, que procuram um lugar confortável para praticar esporte.

Eduardo contou em entrevista que, ainda adolescente, foi vítima de discriminação na escola por parte de outros colegas. As manifestações preconceituosas eram muito visíveis no momento da Educação Física. Apaixonado por futebol, o jovem evitava as atividades para não sofrer com o que os colegas chamavam de “brincadeiras”.

“Eu tentava me ausentar o máximo possível da Educação Física, mas nem sempre era possível. E eu não gostava disso porque sou tri CDF. Mas, nesse caso, faltar dava uma sensação de alívio.” 

Não é desconhecimento de ninguém que o clima do futebol muitas vezes é de agressividade, principalmente no profissional. Frequentadores de estádios ainda reproduzem discursos ofensivos ao gênero, mesmo com o aumento da presença de mulheres, e, a orientação sexual. Ainda que o insulto seja dito de forma genérica, ou seja, sem ser destinado a alguém específico, por conta da animosidade da partida, ele torna o ambiente desfavorável a presença de homossexuais.

O tema homofobia ainda encontra barreiras dentro do universo esportivo, principalmente no futebol, mas, alguns torcedores têm procurado falar sobre. O primeiro passo parece já ter sido dado ao admitirem a realidade desagradável dos estádios para a diversidade sexual.

“Tem preconceito no Estádio, assim, como no trabalho, em casa, na rua, em rede social. É generalizado, infelizmente. É chato a gente reconhecer, mas é necessário.”, disse Marcelo Vernieri, homem hétero, torcedor do Grêmio.

Outros amantes de futebol já se consideram inseridos em um processo de desconstrução e tem se esforçado em não manifestar discursos de ódios as diferentes orientações sexuais e expressões de gêneros.

“Já faz algum tempo que venho tentando desconstruir o comportamento machista e homofóbico que possa manifestar. Seja através da experiência com amigos gays ou pela informação que vau adquirindo.”, disse Laionel Matos, homem hétero, torcedor do Inter.

Os times gays tem crescido, não somente no Rio Grande do Sul, mas em todo território nacional, demonstrando que a comunidade LGBT está buscando seu espaço e reconhecimento. Bem organizados, a intenção é ocupar toda as práticas esportivas e diminuir, até erradicar, a discriminação com a orientação sexual e a expressão de gênero.

Assista o vídeo aqui.






Foto: Thayná Oliveira
Texto por: Thayná Oliveira
Imigrantes vêm ao estado em busca de sustento para a família


Nas últimas semanas o governo americano, liderado por Donald Trump, vem sendo notícia por seu decreto anti-imigração, a fim de proteger os EUA de ataques terroristas, Trump vetou a entrada de imigrantes de vários países nas dependências americanas, mas o que tem chamado a atenção foi o fato de Trump estar separando as famílias que entram pela fronteira com o México. Os pais vão a julgamento enquanto as crianças permanecem em abrigos e sujeitos à adoação. Isso gerou revolta em diversos estados norte-americanos, pois acharam tamanha crueldade o que o governante estava fazendo, tanto é que Trump voltou atrás em sua decisão de separar as famílias.

No Brasil a entrada de estrangeiros é permitida por diversas razões, sendo elas: de visita, temporário, diplomático, oficial ou de cortesia. Com uma área um pouco menor que o Paraná, o Senegal alcançou a independência em 1960, colonizada pela Itália no século XIX, o que gerou conflito entre os estados europeus, as colônias africanas se transformam em tribos, e mesmo que, hoje o Senegal esteja em paz as marcas principalmente financeiras permanecem. A população senegalesa tem sua maior parte composta por jovens, já que os mais velhos morreram principalmente em conflitos. Isso explica a imigração dos senegaleses para o Brasil, pois o ganho aqui é maior do que lá.

Com bancas pelo chão no centro das cidades gaúchas, como faxineiros em shoppings ou até mesmo em açougues é que os imigrantes se sustentam, Omar Mourid, que está há quatro anos no Brasil é camelô e através desse trabalho que ele sustenta seus pais, tios, irmãos, sobrinhos e primos que ficaram no Senegal. “Quero sustentar minha família e construir minha vida. A gente trabalha pensando em construir uma vida melhor para a nossa família”, contou Omar com o seu português ainda em treinamento. No Senegal, Omar não estudou, ele trabalhava como costureiro para sustentar sua família, mas isso não o impediu de aprender outras línguas, além do olaf que é a língua oficial do Senegal, ele fala francês e arrisca o português.

A ambição do crescimento não é pessoal, ele afirma que sua intenção é ter um poder aquisitivo maior para sustentar sua família. “Aqui no Brasil as pessoas trabalham muito para conseguir algo para si, mas a gente quando vem para cá é para sustentar a nossa família”. O racismo faz parte de sua vida, Omar acredita que àqueles que são racistas na verdade são pessoas mal educadas, “Racismo é praticado por pessoas mal educadas, que não sabem tratar bem outras pessoas. Corpo preto e corpo branco são a mesma coisa. Se tu bater em homem branco ou em um homem negro, eles irão sangrar igual”. O primeiro lugar que Omar dormiu quando chegou ao Brasil, foi em um banco nas ruas de São Paulo, logo depois veio para Santa Maria e agora vive em Porto Alegre. “A recepção dos brasileiros foi muito boa, claro que tem dificuldades que passamos diariamente, mas ignoramos e seguimos”, Omar sempre muito sorridente e confiante diz que pretende voltar ao Senegal ainda este ano. “Esse ano pretendo voltar ao Senegal, ainda não tenho um dia certo, mas voltarei esse ano”. 

Eles são cheio de sonhos, metas e realizações e na maioria das vezes pensam no coletivo. Perambulam pelas cidades, vendem suas mercadorias, recebem o seu dinheiro e enviam para o Senegal, o que muitas vezes para os brasileiros não é nada para eles sustenta uma família inteira. A correria do dia a dia, os compromissos marcados de última hora não permite olhar para o lado e enxergar histórias de pessoas que buscam um futuro melhor. Pessoas que deixaram suas casas, famílias e seu país para viver em uma cultura diferente, em um país diferente, com pessoas que muita das vezes os ignoram e tudo isso pensando no coletivo. Eles são imigrantes, mas que vivem em uma sociedade que muita das vezes não é empática ao problema alheio.

Confira a entrevista completa com Omar Mourid

As diferenças entre Redes Sociais e Mídias Sociais

O assunto é um dos temas mais importantes da nova era que marca a história da internet. 
Milhares de pessoas procuram as redes sócias para se relacionarem, fazerem amizades e relacionamentos. 
A busca por um par romântico nas redes sociais continua sendo marcante e tem um público alvo. 
As redes sociais são produto da mídia social essa a relação e a diferença entre ambos. 
Tenho Todas as redes sociais e tenho todas as mídias qual é a diferença é a Rede Social só tem uma a maior é o Facebook.
O produto da rede social é uma ferramenta gratuita, website ou jornal no qual o usuário de mantém atualizado com notícias e informação. 
Os anúncios são lucros e ganhos para as redes sociais Facebook, Instagram, Twitter, Snapchat, What´sapp, Youtube. 
Facebook de Mark Elliot Zuckenberg é considerado a maior rede social de todas as redes sociais até hoje. 
Uma versão paga de Facebook foi cogitada e não está descartada. 
Mark Zuckenberg é considerado um dos maiores Bilionários mais jovens do mundo.

As redes socais não são pagas mas tem anunciantes e informação.

O Presidente Donald Trump venceu a eleição dos Estados Unidos com as redes socais foi o mais popular na campanha Presidencial dos EUA. 
Presidente Trump dos Estados Unidos utiliza muito a ferramenta do Twitter usa todo dia para informar o que acontece na Casa Branca em Washington EUA.

É mais fácil detectar mamilos do que discurso de ódio diz Mark Zuckenberg.

A relação do Facebook com a internet são muitas e Mark Zuckenberg diz: 
“Eis o que sei: vocês rastreiam a internet, com um botão ou pixel em praticamente qualquer site, e pessoas nem sabem que suas informações estão sendo coletadas. Não importa nem se elas têm conta no Facebook ou não. [...] Quantos botões de curtir estão por aí em páginas que não são do Facebook?”. O executivo disse que “não sabia o número de cabeça”. 
Zuckenberg não resolveu a preocupação com privacidade nas redes sociais. 
O fundador do Facebook, Mark Zuckerberg, testemunhou no Congresso americano sobre o vazamento de informações. 
Os dados estimados são de 50 Milhões de usuários da rede para empresa de consultoria Cambridge Analytica.
As Mídias Sociais servem para produzir discussões, desvendar criatividade e conectar pessoas que está relacionado as redes sociais e que não devem ser descartados nas falhas atuais. 
Desbloquear novas formas de criatividade, conectar pessoas com interesses semelhantes não deve ser descartado com líderes de empresas devido as falhas dos líderes do mercado atual. 

Por Karilene Silveira Oliveira 

Tag Facebook Mark Zuckerberg Redes Sociais Mídias Sociais







   Seja em um time, comunidade ou uma rede, acabamos sempre pertencendo a um grupo, podendo ele se online ou offline. 
     
    Depois que a internet surgiu, foram diversas as novidades, termos e recursos que surgiram pra nós como sociedade, além disso, estamos tão dependentes de estar atualizados, que podemos dizer que vivemos hoje uma vida virtual e outra off-line. Com o advento da internet, logo conhecemos as redes e mídias sociais, que basicamente entendemos como sites de interação, compartilhamento e comunicação entre pessoas. Mas será que é isso mesmo? Redes e Mídias sociais são a mesma coisa?  
Não, elas não são a mesma coisa e nem tem o mesmo significado. O termo rede social já existe a um bom tempo e basicamente significa o relacionamento de determinadas pessoas que compartilham dos mesmos objetivos, gostos, valores e opiniões em comum, o que não necessariamente acontece somente no ambiente online, ou seja, rede social pode ser o grupo que você pertence na sala de aula, os amigos do futebol ou até mesmo o grupo político que você participa. A rede social no universo online, é um site onde eu posso me comunicar e compartilhar conteúdos com pessoas ou grupos através do perfil que eu criei, que acima de tudo serve para interação, sendo eles: facebook, instagram, whatsapp e etc. 
A palavra mídia se remete aos meios de comunicação social, como jornais, rádio, televisão e podemos dizer que as redes sociais fazem parte das mídias. Os veículos de comunicação obviamanete são mais restritos, porém na internet a situação é diferente onde todas as pessoas podem interagir, publicar, ouvir e ser ouvido, acima de tudo mídia social é o gerar conteúdo. E nas mídias sociais tudo é público e aberto a todos, tanto pra interagir como somente por conhecimento. 
O professor Claiton Silva está concluindo seu mestrado em Cultura digital e redes sociais e trata desse assunto por muitas vezes em sala de aula, tanto com seus alunos quanto em suas aulas no mestrado e acredita que cada teórico que falam sobre o assunto tem uma definição especifica sobre o tema, mas garante o pensamento que segue "Sigo aqueles que conceituam rede social como a estrutura formada por pessoas que compartilham de interesses comuns, independentemente do ambiente onde ela se estabelece. Mídias sociais, por sua vez, são as plataformas que operam as redes sociais no ambiente virtual. Elas possuem diversas propostas e interfaces, mas todas compartilham do intuito de usar a tecnologia para conectar as pessoas, dentro do seu objetivo primordial – seja ele profissional ou pessoal". E reforça o fato de que no mundo "real" ou "offline" todo contato é feito por pessoas, sem nenhum tipo de ferramenta e no virtual qualquer mediação é feita através de uma ferramenta 
Conforme Andreas Kaplan e Michael Haenlein que definem mídias sociais como “um grupo de aplicações online que se baseiam na filosofia e tecnologia da Web 2.0, e permitem a criação e troca de conteúdo gerado pelo usuário”. Mídia social nada mais é que compartilhamento e interação, assim podemos dizer que rede e mídia social, são coisas diferentes, mas as redes sociais estão incluídas ou são partes da mídia social. 

                                                                                                                        Por Alexia Coelho




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