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Por Vinny Vanoni


No dia 26 de Janeiro de 2017, o apresentador televisivo Fausto Silva, o Faustão, deu uma entrevista para os radialistas Kelly Matos, Luciano Potter e David Coimbra falando sobre diversos assuntos, dentre eles, as atitudes desonestas de nosso dia a dia, a corrupção na sociedade brasileira e expôs sua opinião sobre o que deve ser feito para se mudar esta situação.

Em uma de suas falas, comentou sobre a importância dos pais na vida dos filhos e filhas, ensinando-os a como serem corretos e honestos; ‘o pai fala pro filho, cês tem que ser corretos, não tem mais a questão de jeitinho brasileiro, passar o outro pra trás’. 
‘Tem gente que tem comércio e fala todo dia achar um trouxa e passar ele pra trás. Essa mentalidade imbecil tem que acabar no Brasil’.

Faustão, quando mencionaram a situação de Sérgio Cabral ter sido acusado de corrupção na operação Lava-Jato, afirmou que a operação deveria ter se iniciado com o primeiro Cabral (Pedro Alvares) pois talvez a situação hoje no Brasil não estaria tão ruim, porém, contudo, entretanto, a consciência política da população, principalmente a das menos abastadas, vem se modificando e estão percebendo que: ‘ou a gente acaba com a corrupção, ou a corrupção acaba com o Brasil’ e afirma que a operação Lava-Jato deveria ser permanente e em todo o território brasileiro, não pode ser “ah, terminou a lava-jato agora todo mundo é honesto” pois não é verdade.

Quando indagado por Luciano Potter se ele mesmo conhece alguém que já foi em parar atrás das grades, Faustão responde que sim, um monte e que concorda que as pessoas sejam presas, desde que tenha algo a responder na justiça, e afirma: ‘Eu acredito no império da Lei, a investigação, que seja algo consistente e que haja provas, caso contrário vira o país do dedo-duro’.

Com esta afirmação mostra que crê na punição para quem realmente se mostrou culpado através de evidências concretas, mesmo que seja amigo ou familiar. E complementa: ‘Só pede imunidade quem tem culpa no cartório, quem tá com o rabo preso. Esses que foram em cana estão jogando o nome de suas famílias totalmente no lixo, nunca se preocuparam com isso, por isso fizeram o que fizeram’.


Quanto a mudança de mentalidade necessária para mudar este quadro, como dito antes, já esta ocorrendo, porém ainda precisa ser feito mais, precisa da colaboração de todos, tem que partir de nós mesmos pois quando mudamos o nosso comportamento, passamos pra novas gerações que esse é o novo sistema, se não, irá continuar tudo do jeito que esta, infelizmente. 
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Faustão. Foto: reprodução.

Marcado por emitir opiniões fortes, sobretudo nas tardes de domingo durante o Domingão do Faustão, Fausto Silva lançou mais uma de suas afirmações durante entrevista para o programa Timeline, da Rádio Gaúcha. "A internet não deixa de ser o penico do mundo", desabafou.

Para Fasutão, sobretudo na era digital, não se sabe a intenção com que os conteúdos são editados e divulgados. "O material pode ser editado por burrice, inteligência ou sacanagem", criticou. Em seu entendimento, o Brasil não é um país que aceita opiniões diversas, o que dificulta um diálogo conscistente e construtivo. "Todo mundo tem o direito de dizer o que quiser. Não acontece com a gente aqui ainda, infelizmente. (...) pouca gente entende ironia”, analisa.

As declarações sobre a internet e sobre a opinião nas redes sociais, veio quando Fausto Silva foi questionado se sofria algum tipo censura ou notificação da Globo. "Eu falo o que eu quero, não uso ponto eletrônico e até por isso que o nome do programa é 'Programa do Faustão'".

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“A Lava Jato deveria ter chego junto com Cabral”,afirma Faustão em entrevista

O apresentador da Rede Globo acredita que todo artista precisa ter uma marca definida em qualquer que seja o meio de comunicação. "Quando se tem uma opinião se corre o risco de ser questionado", completou sobre as críticas que recebe sempre que fala durante o programa sobre assuntos polêmicos como política, homofobia, racismo, entre outros.

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Faustão. Foto:divulgação/TV Globo.


“O gaúcho tem a característica de ser comandante”. A afirmação é de Fausto Silva, apresentador da Rede Globo, em entrevista para o programa Timeline, da Rádio Gaúcha.

Ele comentou sobre a crise financeira que o Estado enfrenta e elogiou os gaúchos. “O Rio Grande do Sul precisa voltar a ser o Estado, que todo mundo sempre admirou”, disse.

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Fausto Silva: "A internet não deixa de ser openico do mundo”
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Segundo o apresentador, o Rio Grande do Sul colaborou para o aumento de seu peso no passado, sobretudo quando vinha para Porto Alegre assistir aos jogos do S.C. Internacional. O apresentador lembrou dos tempos em que era repórter esportivo e que viajava seguidamente para o RS.

Quando perguntado sobre questões pessoais e sobretudo pela cirurgia de emagrecimento, Fausto relembrou a fase em que não cuidava da alimentação. “Sabe como são os gordinhos e eu não era diferente. Não comia muito. Comia errado. Nunca bebi na vida”, garante.

Faustão foi submetido a uma cirurgia bariátrica em julho de 2009 e garante que perdeu em torno de 35 kg. Entretanto, afirma que o procedimento é parte de um processo maior. “A cirurgia só da resultado se a pessoa muda a cabeça”, reforça. Ele salientou os cuidados que precisou tomar no pré e pós operatório. "É preciso estar bem psicologicamente!" - disse o apresentador.

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Faustão. Foto: José Paulo Cardeal/TV Globo/Divulgação


Em entrevista ao programa Timeline, da Rádio Gaúcha, o apresentador da Rede Globo, Fausto Silva, falou sobre a Operação Lava-Jato. Em sua opinião, a força-tarefa não só deveria continuar, mas ter começado muito antes. "A Lava-Jato deveria ter chego junto com (Pedro Álvares) Cabral", declarou fazendo referência ao ano de 1500, datado como o descobrimento do Brasil.

Para Faustão, o Brasil precisa voltar a acreditar. “Só tem confiança um País que tem esperança. Como não tem esperança a confiança é zero. Ou o Brasil acaba com a corrupção, ou a corrupção acaba com o Brasil”, comentou enfatizando que ter opinião é essencial e isso é o que marca o seu estilo.

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- "Desde a década de 50 se ouvia falar na questão das empreiteiras e da corrupção", enfatizou reforçando que há uma mentalidade de "levar vantagem" que os brasileiros precisam abandonar. “A Lava-Jato tem que ser permanente e no Brasil inteiro”, concluiu.

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