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Tá Acontecendo | Unifin

Foto: Divulgação / blog Crime do Choque Visual
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Atualmente, aproximadamente 400 mil índios vivem no país, principalmente em reservas indígenas demarcadas e protegidas pelo governo. Entretanto, historiadores afirmam que, antes da chegada dos portugueses, havia em média 5 milhões de índios no solo brasileiro. E de acordo com o censo do IBGE, o Brasil possuía 896.917 indígenas em 2010. Neste mesmo ano, a população total nacional era de 196,8 milhões de habitantes. 
Ou seja, o número de índios no Brasil está diminuindo, e a nosso sistema atual não colabora para o aumento dessa estatística. Apesar da existência de cotas, são muitos os problemas que impedem o crescimento dos povos indígenas no Brasil: violência, fome, miséria e saúde precarizada estão entre os principais.

Muitas reservas indígenas ficam em locais isolados, dificultando o acesso ao sistema único de saúde, fazendo com que os povos não consigam tratar os problemas de saúde que podem vir a ter, chegando às vezes ao falecimento.

Apenas em 2016 foram registrados 118 assassinatos, 106 suicídios e 735 mortes causadas por desnutrição infantil. Como muitos animais estão em extinção, a caça também se tornou um problema, o que faz com que várias tribos passem fome e, por estarem distantes da área urbana, muitos não têm o que comer.

Se nada for feito, a existência de índios se tornará parte do passado do nosso país.



FONTES:
Banco Mundial
Sua Pesquisa
Funai
Agência Brasil

Foto: Amanda Krohn / faculdade São Francisco de Assis

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Lis Aline da Silveira tem 41 anos e trabalha como editora no jornal Diário Gaúcho. Está na empresa há 17 anos, mas nem sempre foi editora. Nascida em Canoas e formada em jornalismo pela Unisinos, a atual gestora cedeu uma entrevista em um domingo de setembro. Falou sobre sua experiência como repórter e expressou sua opinião sobre a influência da internet no futuro do jornalismo, e também sobre o Fake News.

Confira a entrevista:

Amanda: O que fez você se interessar por jornalismo? 
Lis: “Eu gostava de ler, gostava de escrever, ia bem na escola, gostava de notícias, queria saber de tudo, gostava de conversar... aí as coisas foram se encaminhando pra esse lado”
Amanda: Por quanto tempo você foi repórter?
Lis: “De 2010 a 2013, eu sou uma das fundadoras do Diário Gaúcho, no sentido de integrar a primeira equipe que foi contratada.”
Amanda: Como é a sensação de participar dos primeiros anos de um jornal, acompanhar o que mudou de lá para cá e ver o quanto ele evoluiu?
Lis: “É bem interessante acompanhar as mudanças, é bem legal. Bastante coisa mudou, porque quando a gente começou era uma equipe toda pra fazer um jornal, e agora a gente trabalha mais com a rotina de integrações. A gente produz conteúdo pra Zero Hora, a gente usa o conteúdo da Zero Hora, da Gaúcha, da TV... tá tudo junto e misturado. Era todo mundo produzindo conteúdo só pro Diário Gaúcho, agora a gente já mudou, a gente já adapta os conteúdos de todo mundo. A gente não trabalha mais sozinho, agora a redação é junto com a Zero Hora, eles trabalham no mesmo lugar que nós”.
Amanda: Como é a rotina de trabalho em uma redação?
Lis: “A redação não obedece uma dinâmica de trabalho como uma firma, por exemplo. Sempre vai ter alguém chegando ou saindo, os horários têm uma flexibilidade. Dependendo do teu trabalho, tu pode chegar um dia às 8h, um dia às 9h, um dia às 11h e um dia às 14h. Na minha empresa a gente trabalha de segunda a sexta, um domingo sim e um não, um feriado sim e um não.”

Foto: Amanda / faculdade São Francisco de Assis

Amanda: O que você está achando sobre a função de gestão?
Lis:“É complicado, não é tão legal quanto ser repórter.”
Amanda: Você gosta mais de ir na rua, entrevistar e produzir conteúdo?
Lis: “Eu preferia, mas é uma evolução natural. Quando tu é repórter, você só pensa no teu, nas tuas matérias. Quando tu vira editora, tu tem que pensar se o jornal tem manchete ou não, se tu vai ter espaço pra tudo o que tu quer adaptar, são outras preocupações. Gerenciar as pessoas também é bem chato, os funcionários ficam brigando porque querem ter férias no mesmo mês, aí tem que ficar cuidando...”
Amanda: Você se sente muito pressionada pra ter um conteúdo perfeito, já que tu é responsável por corrigir e mandar em tudo“Totalmente, é uma pressão que tem pessoas que não aguentam, não é pra qualquer um.”
Amanda: Como você faz pra lidar com esse estresse?
Lis: “Tem que ir vivendo um dia de cada vez, mas a pressão é total. Tem muita gente que não tem competência pra trabalhar em redação, poucos aguentam tantos anos.”
Amanda: Você acredita que para ser repórter ou assessora a pessoa deve manter as redes sociais o mais fechadas possível, no sentido de evitar o compartilhamento de momentos pessoais, como festas e etc?
Lis: “É que as duas coisas acabam se misturando, o seu privado e o seu público. Tu tem que dar uma filtrada, entender o que tu quer, qual recado tu quer passar. Mas isso não quer dizer que tu não precisa opinar sobre nada. Quando tu vai procurar um emprego é certo que vão vasculhar a tua rede, mas não que isso vá te comprometer, porque tem muita gente que trabalha aqui que põe no face foto de balada. “
Amanda: Há quem diga que repórteres e jornalistas em geral não devem expor suas opiniões nas redes sociais. O que você tem a dizer sobre isso?
Lis: “ É muito complicado. Por exemplo, na RBS tu recebe várias orientações de como usar as tuas redes sociais. Eu trabalho em uma empresa para a qual a opinião é muito importante, então é preciso ter um certo limite para se manifestar. Na semana passada, um colega nosso se manifestou de uma forma meio exagerada sobre a questão do Queemuseu, e usaram o post pessoal dele pra dizer que era opinião da Zero Hora e o MBL liderou um boicote à Zero Hora baseado em uma opinião pessoal que ele deu sobre o assunto.
Amanda: Será que existe um meio de opinar sem causar uma grande polêmica, talvez escolhendo melhor as palavras?
Lis: “O posicionamento é uma linha muito tênue. Eu, particularmente, acabo não me envolvendo  em assuntos polêmicos na internet justamente pra evitar incomodação pro meu lado. Acabo preferindo expor as minhas opiniões apenas em rodas de amigos e usando menos as minhas redes sociais pra esse tipo de debate”
Amanda: Quando um repórter possui um posicionamento forte em determinados assuntos, você acha que tem muita chance de esse posicionamento se misturar com a notícia que ele irá produzir, mesmo que de forma inconsciente?
Lis: “Quando tu faz um texto jornalístico, tu não traz a tua opinião. Às vezes é difícil, mas tu tem que ouvir os dois lados. Vamos supor que tu vai cobrir uma reintegração de residências em uma área onde vivem muitos pobres: vai estar havendo muitas famílias que vão ficar sem casa. Tu pode ter uma tendência a colocar eles como uns coitadinhos, mas por outro lado, a justiça que ordenou. É a justiça que determina tudo, sinal que pode ser prejudicial, que aquele lugar tem dono. Tu também não pode fazer o texto dizendo que eles são uns coitadinhos e que o dono do lugar é uma peste, então tu tem que sempre manter a tua imparcialidade. Isso também tem muito a ver com o veículo no qual você trabalha, por exemplo, uma coisa é tu trabalhar na RBS e outra é tu trabalhar na Mídia Ninja, no Sul21, que são lugares onde o posicionamento é mais de esquerda e tu tem que adotar o posicionamento da empresa onde tu tá trabalhando. A empresa vai te dizer o que pode e o que não pode e como ela atua em determinadas ocasiões”.
Foto: Amanda Krohn / faculdade São Francisco de Assis

Amanda: Por causa da internet, muitos dizem que o jornalismo morreu. Qual a sua opinião sobre isso?
Lis: “O jornalismo, eu não digo que ele morreu, eu digo que ele passa por uma reformulação constante. Talvez, eu que trabalho há 17 anos no jornal impresso, talvez daqui a pouco a minha função não seja mais em jornais, mas não acho que o jornalismo morreu. Acho que ele se reinventa, vai pra outras mídias, pra outros tipos de coisa, mas não que ele acabe”.
Amanda: Tu acha que a internet atrapalha muito o jornalismo, em função das notícias falsas?
Lis: “Sim, acho que 100% das notícias falsas são da internet e existem pessoas realmente mal-intencionadas. Eu já li reportagens sobre isso, tem pessoas que criaram sites só pra difundir notícia falsa, porque elas vivem do clique que elas adquirem.  E as pessoas fazem isso sem o menor pudor, não é só no Brasil, é no mundo todo: a eleição do Trump teve muita notícia falsa. A internet é uma coisa maravilhosa, mas é também através dela que a gente conhece o que tem de pior na humanidade”.
Amanda: Qual é o papel da imprensa no combate às chamadas Fake News?
Lis: “ Hoje em dia tem muita notícia falsa, e tem muita gente que só porque viu no face ou não sei onde já acha que é verdade. O papel da imprensa na atualidade é tentar separar o que é notícia falsa e o que é notícia verdadeira. Ter alguma credibilidade”




Foto: Vinny Vanoni
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Na noite da segunda feira (09/10), houve a abertura da IX Semana Acadêmica da faculdade São Francisco de Assis, no teatro do DC Shopping. O evento começou com a estreia do documentário De Boca em Boca, dirigido pelo estudante do sexto semestre de jornalismo Wagner Abreu, que possui 30 anos. “Eu queria expor para todo mundo... a violência cresce muito no município, então eu quis fazer. Usei técnicas jornalísticas para isso” disse o estudante, que possui 30 anos e mora em região de periferia, no bairro Protásio Alves. A exibição contou com uma plateia de mais de 120 pessoas, sendo, em sua grande maioria, alunos e professores da faculdade.
O filme mostra a realidade do tráfico nas áreas mais pobres de Porto Alegre, sob o ponto de vista dos traficantes, outros moradores e até mesmo alguns membros da Assembleia Legislativa. “Por incrível que pareça, eu não fui ameaçado pelos caras que traficam, os traficantes, ladrões, eu fui ameaçado pela polícia”.
O jovem também revela que nunca teve qualquer envolvimento com o tráfico, mas que já viu conhecidos morrerem em decorrência do mesmo. “Na infância, no bairro, tinha um time. Esse time tem ainda, o Figueira. Hoje esse time só tem veterano, na sede do clube tem uma foto onde eu e mais 21 eram do time, hoje na foto quem está vivo é só eu e mais 4”.
Segundo ele, a produção do documentário foi independente, contando apenas com uma pequena equipe que o auxiliou na edição dos vídeos (Lucas Amaral e Gui Silva). Levou uma semana para conseguir as fontes, um ano para fazer tudo, sendo 4 meses apenas para edição. Não houve qualquer participação ou acompanhamento da instituição de ensino durante esse processo, entretanto, o convite para estrear o documentário na abertura da Semana Acadêmica foi feito pela direção da faculdade.
Após a exibição, que foi conduzida pelos estudantes de jornalismo Tyane Leal e Yuri Veleda, houve também um debate sobre moral e ética entre os professores Márcia Vitorello e Lucas Torres.“É uma apresentação que incentiva outras produções dos alunos na formação profissional, é o ápice de uma atividade acadêmica.” Diz Andreia Castíglia Fernandes, que estava representando a direção do curso.
O documentário também foi exibido na Cinemateca Capitólio às 20h do dia 11/10, e no Cine Bancários dia 16/10, às 19h30.
Fotos de: Vinícios Brauner Vanoni
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Nesta segunda feira (09/10), houve a abertura da IV Semana Acadêmica da faculdade São Francisco de Assis, no teatro do DC Shopping. O evento começou com a estreia do documentário De Boca em Boca, dirigido pelo estudante do sexto semestre de jornalismo Wagner Abreu. 

"Por incrível que pareça, eu não fui ameaçado pelos caras que traficam, os traficantes, ladrões, eu fui ameaçado pela polícia" conta o aluno, que possui 30 anos de idade e mora no bairro Protásio Alves, que é uma região de periferia da cidade de Porto Alegre.

Por decisão própria e sem qualquer participação de sua instituição de ensino, o aluno foi a campo entrevistar tanto os envolvidos com o tráfico, quanto os moradores da comunidade a fim de saber como é a realidade daquelas pessoas. 
Após exibição, foi realizado um debate sobre o assunto e também sobre moral e ética, pelos palestrantes Márcia Vitorello e Lucas Torres.
Os palestrantes também anunciaram que o documentário seria exibido na Cinemateca Capitólio no dia 11/10, às 20h e no Cine Bancários, dia 16/10 às 19h30.

Foto: Divulgação / Google Imagens

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No domingo passado (10/09) foi cancelada a exposição Queermuseu - Cartografias da Diferença na Arte Brasileira, inaugurada pelo Santander Cultural há quase um mês em Porto Alegre. O motivo do cancelamento foram manifestações populares que consideravam a amostra ofensiva, blasfêmica, referindo-se ao uso de símbolos católicos como apologia à crimes como pedofilia e zoofilia. Financiada pela lei Rouanet, o Queermuseu teve um custo de R$ 800 mil, incluindo gastos com 15 mil folders e 2 mil catálogos para serem distribuídos em escolas e bibliotecas.
Nesta terça feira (dia 12/09), o Santander afirmou que dispensará o benefício oferecido pela lei e ressarcirá o dinheiro gasto à Receita Federal, porém, não informou um prazo específico para tal.
Apesar das acusações, um dos motivos para a amostra ter sido contemplada pela Lei Rouanet era que o projeto afirmava que pretendia instigar a reflexão sobre questões de gênero.

Entenda o que é a Lei Rouanet:


A Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet), é caracterizada por oferecer isenção fiscal (como por exemplo, abatimento de valores no Imposto de Renda) à organizadores de projetos culturais, permitindo que os mesmos sejam analisados e avaliados pelo Ministério da Cultura.


Foto: Divulgação / Bruno Gomes
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Na última terça-feira (29/08), o repórter esportivo da Rádio Gaúcha Rodrigo Oliveira foi convidado para dar uma palestra para os alunos de jornalismo da faculdade São Francisco de Assis. Apesar de ter apenas 28 anos, Rodrigo também já trabalhou na Rádio Guaíba, fez duas coberturas da Copa do Mundo, e até já ganhou alguns prêmios. Além disso, por possuir inglês fluente, ele também já realizou reportagens no exterior. Na palestra, ele aborda diversos assuntos envolvendo o jornalismo online e o jornalismo esportivo em geral.
Para começar, ele fala sobre a situação atual da comunicação:
"A gente vive um momento da comunicação em que tudo se transforma tão rápido que daqui a pouco, o que eu tô falando agora, daqui a um ano não vai valer nada"
"A técnica da pirâmide invertida - (estrutura textual jornalística que consiste em organizar as informações colocando a mais importante no começo, e sucessivamente as menos importantes nos parágrafos que se seguirem) -  foi deturpada pela internet." Afirma Oliveira.
Para explicar, ele contou um caso que aconteceu com ele. Em um jogo de futebol que ele cobriu em Porto Alegre, a bola caiu no rio Guaíba. No rio, um homem que estava remando pegou a bola, e, quando todos acharam que ele iria responder, ele tirou sua camiseta de time, girou e berrou "sou gremista mesmo", levando a bola consigo. Seguindo a técnica da pirâmide invertida, ele deixou essa informação por último em seu texto. Entretanto, a mesma despertou a curiosidade dos leitores, que pediram cada vez mais detalhes sobre o ocorrido, gerando uma repercussão bem maior do que era esperado.

Posteriormente, uma aluna perguntou se valia a pena para o repórter esportivo revelar o time para o qual ele torce.

O jornalista esportivo não ganha nada revelando o time para o qual ele torce. Isso só o coloca sob suspeição para qualquer coisa que ele disser".




Foto: divulgação/ Google Imagens

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O apresentador do programa da Globo "Domingão do Faustão", Fausto Silva que também é jornalista e radialista foi o convidado especial de Kelly Matos, Luciano Potter e David Coimbra no programa Timeline da Gaúcha. O convite foi feito para celebrar os 90 anos da Rádio Gaúcha, comemorado neste ano de 2017. Conhecido por ser polêmico e sem "papas na língua", Faustão falou sobre sua paixão por comunicação, sobre a carreira, sobre a vida pessoal e a política brasileira.

Ouça na íntegra a entrevista
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O apresentador começou a entrevista elogiando o povo gaúcho, relembrou histórias dos tempos em que era repórter esportivo e viajava com frequência para Porto Alegre em função dos jogos da dupla Gre-Nal. Além disso, Faustão falou sobre a cirurgia bariátrica a qual foi submetido. Ele falou dos riscos que correu ao fazer a cirurgia e antes dela, por ser gordinho.

 "Precisa ter todo um preparo psicológico para fazer a cirurgia, conheço amigos que fizeram e na segunda semana correram para o Mc Donalds" - contou ele durante o Timeline.

Fausto elogiou o trabalho da Rádio Gaúcha, disse que em uma oportunidade foi convidado para trabalhar na emissora - "por muito pouco não vim para Porto Alegre trabalhar na rádio."
Lembrou que o convite foi feito por amigos e antigos gestores da rádio. Além disso, Faustão falou sobre questões de liberdade de expressão e as polêmicas relacionadas com o que ocorre no programa dele aos domingos.

Sobre esse tema, ele disparou "a Globo não me diz o que posso ou não falar, não uso ponto eletrônico e até é por isso que o nome do programa é Domingão do Faustão"

O apresentador esclareceu também que não há pressão por parte da emissora para que ele tenha um posicionamento político específico. Segundo ele, é importante possuir uma marca-registrada e nunca perder a autenticidade, mesmo diante da opinião pública.

Sobre a política brasileira, ele comparou a Lava-Jato com a máfia italiana. E disse que nunca será candidato a nada: "meu negócio é comunicação, é o que eu sei fazer".




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