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Assembleia dos Municipários de Porto Alegre/2017. Foto: Samantha Klein/Rádio Guaíba
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Na Casa do Gaúcho, a jornalista Samantha Klein cobria mais uma assembleia dos municipários da Capital para decidir se a greve, já com 40 dias de duração, seria mantida ou chegaria ao fim. Nas mãos, tudo o que é necessário para o acompanhamento de pautas externas: o celular. Na medida em que os acontecimentos se encaminhavam, seu perfil no twitter era atualizado como uma espécie de bloco de notas que, além de informar os seguidores, será a referência para a busca do conteúdo na construção de uma matéria mais completa. Quando momentos importantes se mostravam, fotos e vídeos eram capturados e, na mesma hora, compartilhados com o público.

Assembleia dos Municipários de Porto Alegre/2017. Foto: Samantha Klein/Rádio Guaíba


Além disso, a rádio exige entradas no ar ao vivo ao mesmo tempo em que é preciso a checagem de informações e opiniões dos atores envolvidos no processo. Assim Samantha, da Rádio Guaíba, acompanha suas pautas diariamente. Na rádio, cobre editorias como política, educação, agronegócio e geral. A dinâmica que sempre existiu no rádio, passa a ser parceira também nas redes sociais.

Carreira

Samantha Klein é formada em jornalismo pela UFRGS, com MBA em Jornalismo Empresarial e Especialização em Relações Internacionais Contemporâneas. Aos 33 anos, passou por grupos de comunicação tradicionais da capital como Bandeirantes, TVE e há cinco anos atua na Rádio Guaíba FM. 

VÍDEO:

Matheus Chaparini falou com estudantes de jornalismo da Faculdade São Francisco de Assis durante a Semana Acadêmica

Na rua há mais de 15 anos, Ezequiel palestrou para os alunos do curso de jornalismo da faculdade São Francisco de Assis em Porto Alegre

Queermuseu/divulgação/internet

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A exposição Queermuseu - Cartografias da Diferença na Arte Brasileira estava a mostra no Santander Cultural, em Porto Alegre, desde o dia 15 de agosto, mas foi cancelada após a manifestação de grupos liberais e conservadores, entre eles o Movimento Brasil Livre (MBL). Representantes classificaram as obras da exposição como um incentivo a pedofilia, zoofilia, pornografia e uma arte profana. Em nota, o Santander defendeu as obras, mas cancelou a exposição.

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Segundo Cesar Augusto Cavazzola Júnior, que fez a primeira crítica ao movimento no site Lócus, no dia 6 de setembro, a exposição representa “os mais variados ataques à moral e aos bons costumes que se possa imaginar”. Na avaliação do promotor da Infância e da Juventude de Porto Alegre, Júlio Almeida, “não há referência à pedofilia” nas mais de 260 obras a mostra no Santander Cultural.

O Santander lançou nota incentivando a Mostra e defendeu o que chamou de “uma mudança no modo de pensar”, quando se trata da questão de gênero. “Algumas peças apresentadas na mostra revelam imagens que podem provocar um sentimento contrário daquilo que discutem. Porém, foram criadas justamente para nos fazer refletir sobre os desafios que devemos enfrentar em relação à questões de gênero, diversidade, violência entre outros. O Santander repudia a pedofilia e todo tipo de preconceito. Adotamos uma posição inclusiva e, ao mesmo tempo, incentivamos uma mudança no modo de pensar, em sintonia com uma sociedade diversa e democrática.” Leia a nota na íntegra clicando aqui.

Veja comoas redes sociais reagiram ao cancelamento da Queermuseu
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Repercussão

Na opinião de Karine Buglione, o encerramento das atividades foi uma perda.  “A exposição estava lindíssima com obras de Portinari e Pedro Américo. Uma pena a visão de alguns leigos ser tão arcaica e não saber compreender a arte em toda a sua essência. E o pior de tudo, é que aposto que a maioria das pessoas que estão repudiando a exposição, nunca entraram em um museu”, criticou.

Já Fernando Becker Lamounier comemorou o fim da exposição. “Como cidadão brasileiro, pai de duas filhas e médico pediatra, venho também mostrar minha indignação com essa falta de critério e falta de responsabilidade ao permitir que crianças assistam a esse tipo de exposição. Isso é na verdade, também falta de talento desses "artistas", que se acham vanguardistas por provocar polêmica dessa forma. Negativa. O Banco Santander certamente perde muito ao aliar sua marca, sua imagem pública a Pedofilia”, comentou.

A polêmica motivou um Projeto de Lei, apresentado pelo deputado estadual Lucas Redecker (PSDB), que busca regulamentar uma classificação etária para exposições em museus. Na opinião do parlamentar, um dos maiores problemas da exposição foi a falta de avisos nas obras impróprias para crianças. "Nós não estamos classificando o que é arte. Mas que o cidadão saiba o que vai encontrar", justificou.

A exposição

Aberta para visitantes desde 15 de agosto desde ano, a exposição Queermuseu, com obras de Lygia Clark, Candido Portinari, Alfredo Volpi e Adriana Varejão, seguia no Santander Cultural com mais de 2 mil catálogos, 400 páginas com reposições das obras e recebendo mais de 700 pessoas por dia. Ao todo, mais de 260 obras estavam expostas. A iniciativa buscava discutir, através da arte e de artistas locais e renomados, a questão de gênero no Brasil e no mundo.

Como tudo começou

Na manhã do dia 6 de setembro, Cesar Augusto Cavazzola Junior visitou a Queermuseu. Contrário as obras, publicou no site Lócus uma crítica com o título "Santander promove pedofilia, pornografia e arte profana em Porto Alegre". Morador de Passo Fundo, César tem pouco mais de 1.900 seguidores no Facebook, canal que utilizou para externar que no local haviam obras que atacavam “os mais variados ataques à moral e aos bons costumes que se possa imaginar”. Desde então, grupos liberais e ultraconservadores, como o MBL, começaram a se manifestar.

A partir desta manifestação, conservadores como o ex-militar Felipe Diehl, conhecido por postar vídeos no Facebook em apoio aos ideais do deputado federal Jair Bolsonaro (PSC-RJ) e do filósofo ultraconservador Olavo de Carvalho, ficaram sabendo da repercussão do texto de Cesar e começaram a visitar a exposição. Felipe, trajando uma camisa com a escrita "Sou machista, sim", gravou um vídeo classificando as obras com palavras de baixo calão e expondo a imagem de funcionários da instituição questionando, no vídeo, se eram "tarados" ou "pedófilos".

Rafinha BK, outro influenciador digital conhecido no Rio Grande do Sul por agredir a deputada estadual Juliana Brizola (PDT) e por isso proibido de entrar na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul, entrou na briga. Ambos postaram o vídeo no dia 8 de setembro, dois dias depois de Cesar e dois dias antes do cancelamento oficial da exposição. Somadas, as páginas de Felipe e Rafinha atingem mais de 25 mil seguidores. No dia 10, a exposição fechou e recebeu manifestações de militantes e artistas contra o fechamento, argumentando que houve uma censura nas obras, mas também de críticos que apoiavam.



VEJA FOTOS DE OBRAS QUE ESTAVAM EXPOSTAS: 



Queermuseu/Divulgação/Santander


Obra Adriana de VarejaoAdriana Varejão/Divulgação


Divulgação/Internet
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Desde que circulava a notícia de que Silvio Santos ou o Roberto Bolaños havia morrido, no tempo em que eu ainda frequentava o ensino fundamental, a repercussão era grande. Como poderia o mundo conviver com a falta do Chaves? Pior ainda. Como conviver sem ver o Bom Dia e Cia., já que o dono do SBT morreu? Bradei aos sete ventos: “morreu o Chaves!”. Alguns, assim como eu, ficaram assustados. Os mais informados não. Já sabiam o resultado: “é mentira!”, respondeu o maior do fundão.

Evitando a vergonha de contar para toda a turma uma notícia que não era verdadeira na próxima oportunidade, comecei a perguntar para os mais informados sempre que recebia uma dessas. Uma questão de lógica: se eles sabem que é mentira antes mesmo de eu receber a notícia, melhor confirmar com eles antes de passar para os colegas.

Até que um dia um deles, para zoar com um colega acima do peso, repassou uma foto do amigo sem camisa e comendo um cachorro-quente enorme. Uma montagem esdrúxula, é verdade, mas com muito sentido para mim. Os detentores da verdade haviam mentido! E o mais importante: mentiram para denegrir o colega, o que era o objetivo e eu sabia disso. As crianças da volta, por si só, incluindo eu, não acreditaram por causa da qualidade da montagem, mas porque também queriam entrar na onda daquele grupo legal que zoava o gordo. Afinal, mais importante do que a verdade é fazer parte do grupo.

Com internet e a facilidade disso ocorrer em larga escola, essa prática saiu da escola e se espalhou pela cidade para denegrir um adversário, expor o que está errado, até ser utilizada para vencer campanhas eleitorais. Nos Estados Unidos, nas eleições de 2016, as notícias falsas tiveram mais alcance no Facebook do que veículos tradicionais da imprensa como o The New York Times e o Washington Post. Estamos falando de poucos meses de uma campanha eleitoral. Não há como corrigir. Mesmo amplamente divulgadas, não atingem o mesmo público que a mentira. Não há como recuperar. Uma vez repercutida, no mínimo a desconfiança permanece.

As notícias falsas tratam sobre epidemias, vacinas, postos de saúde, posicionamentos políticos, invasões de terras, os mais diversos temas e se disseminam com a velocidade da curiosidade das pessoas. Um boato, uma única fagulha é capaz de ascender um incêndio de grandes proporções que não sai do imaginário coletivo mesmo ao ser explicada por diversas vezes.

Enquanto Donald Trump foi com a turma do fundão, criticando com voracidade a imprensa, esquadrinhando inimigos, criando notícias que agiam a seu favor, Hillary Clinton corria atrás do tempo tentando se explicar. Óbvio, era mais legal ser da turma legal do que ficar se explicando. Hillary precisava dar justificativas para as notícias com milhões de compartilhamentos que a difamavam. Neste meio tempo, Trump dominava os noticiários. Viciado pela imprensa e a força que tem, o próprio Trump ligava para jornalistas contando de sua relação com personalidades como Madonna e Carla Bruni. Tudo mentira. Mas que ao voltarem ao assunto, novamente Trump era notícia.

Quando falamos do gordinho da escola o assunto perde força. Mas e quando se trata de uma mentira que pode mudar uma eleição para presidente e, com isso, o rumo dos Estados Unidos, a maior nação do mundo?

Da próxima vez, mesmo sabendo que os mais informados podem me mentir, vou procurá-los para saber a verdade. Ou o mais próximo disso possível.


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Na opinião do jornalista Rodrigo Oliveira, da Rádio Gaúcha, “ouvir a concorrência é uma obrigação” de todos os profissionais do rádio. Convidado do projeto Papos com a Mídia, Rodrigo falou sobre comunicação, mídias, esporte e as mudanças trazidas pela internet para o jornalismo com os alunos da Faculdade São Francisco deAssis.

Embora admita ser um admirador da política, o jornalismo esportivo sempre foi o objetivo principal de Rodrigo desde que optou pela comunicação. Aos 28 anos, é formado pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), trabalha na rádio esportiva de maior audiência no estado e tem no currículo, graças ao inglês fluente, a cobertura de duas Copas do Mundo: Brasil (2014) e África do Sul (2010), onde teve a oportunidade de entrevistar o Rei do Futebol, Pelé. “O momento mais feliz da minha vida”, garante.

Para Rodrigo, esporte é coisa séria. “Como consumidor, não gosto de consumir o esporte como entretenimento”, expõem. Também por isso, condena a exigência de parte do público para que jornalistas revelem os times para que torcem. Em sua opinião, isso “não agrega nada”. “Depois de tanto tempo trabalhando no ramo, não torço para nenhum time. Torço para que o time que estou cobrindo ganhe para que eu tenha mais espaço”, argumenta.

“É impossível falar de jornalismo sem falar em redes sociais”

Em tempos de internet, são muitos os cuidados aconselhados e que vão desde a velocidade de se publicar a notícia até a editoria. “Noticias como assassinato sangrento e celebridades ou curiosidades é o que mais bomba na internet. As redes sociais vão nos induzir para este caminho, mas nós temos que resistir”, opina.

O processo de checagem das informações agora é cada vez maior, mais necessário e mais rápido, garante. “A pressa às vezes pode atrapalhar”, respondeu ao ser questionado sobre a velocidade na busca por notícias com exclusividade. Mas, segundo Rodrigo, são cada vez mais essenciais. “É impossível falar de jornalismo sem falar em redes sociais. Em 30 segundos olhando o Twitter sei se o presidente caiu. Sei tudo o que está acontecendo”, garantiu.



PAPOS COM A MÍDIA

O projeto Papos com a Mídia, desenvolvido na faculdade desde 2013, é idealizado pela coordenadora do curso de jornalismo Denise Cruz Paim e aproxima profissionais da comunicação com os estudantes, buscando a troca de experiências. Dentre diversos nomes conhecidos na imprensa gaúcha, personalidades como Túlio Milman, Alexandre Mota e Manoel Soares também já participaram do projeto. 
Por Bruno Lara

03/08/2017- Rio de Janeiro- RJ, Brasil- Polícia federal cumpre mandados judiciais na operação Rio 40 Graus. Corrupção em obras municipais é novo foco de investigação da Lava Jato. Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil.
A Operação Lava-Jato foi deflagrada em março de 2014, quando a Justiça Federal de Curitiba iniciou investigação a um posto de combustíveis e lava a jato de automóveis que era utilizada para a movimentação de recursos ilícitos. O Ministério Público Federal (MPF) então recolheu provas de um grande esquema de corrupção envolvendo empresas privadas, estatais e políticos.

Composta por uma força-tarefa que envolve a Polícia Federal (PF), o Ministério Público Federal (MPF), a Procuradoria-Geral da União (PGU), o Superior Tribunal de Justiça (STJ) e o Superior Tribunal Federal (STF), a Lava-Jato investiga atualmente esquemas de lavagem de dinheiro por parte de empresas que estão na Lava-Jato e políticos brasileiros que estão sendo investigados. As investigações são conduzidas pelo juíz federal Sérgio Moro.

Ao todo, a força-tarefa calcula que mais de 178 inquéritos foram abertos e mais de R$ 5 bilhões foram repatriados. São 104 investigados com foro privilegiado, sendo 64 deputados, 28 senadores, 8 ministros de estado (18 partidos políticos envolvidos), 2 ministros do TCU e 2 ministros do STJ. Os senadores Aécio Neves (PSDB-MG), Romero Jucá (PMDB-RR) e Renan Calheiros (PMDB-AL) são os políticos com o mais número de inquéritos. 

Veja o infográficos com os dados da Operação Lava Jato.
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Faustão. Foto: reprodução.

Marcado por emitir opiniões fortes, sobretudo nas tardes de domingo durante o Domingão do Faustão, Fausto Silva lançou mais uma de suas afirmações durante entrevista para o programa Timeline, da Rádio Gaúcha. "A internet não deixa de ser o penico do mundo", desabafou.

Para Fasutão, sobretudo na era digital, não se sabe a intenção com que os conteúdos são editados e divulgados. "O material pode ser editado por burrice, inteligência ou sacanagem", criticou. Em seu entendimento, o Brasil não é um país que aceita opiniões diversas, o que dificulta um diálogo conscistente e construtivo. "Todo mundo tem o direito de dizer o que quiser. Não acontece com a gente aqui ainda, infelizmente. (...) pouca gente entende ironia”, analisa.

As declarações sobre a internet e sobre a opinião nas redes sociais, veio quando Fausto Silva foi questionado se sofria algum tipo censura ou notificação da Globo. "Eu falo o que eu quero, não uso ponto eletrônico e até por isso que o nome do programa é 'Programa do Faustão'".

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Clique aqui e ouça a entrevista na íntegra
“O gaúcho tem uma característica de ser comandante”,garante Faustão
“A Lava Jato deveria ter chego junto com Cabral”,afirma Faustão em entrevista

O apresentador da Rede Globo acredita que todo artista precisa ter uma marca definida em qualquer que seja o meio de comunicação. "Quando se tem uma opinião se corre o risco de ser questionado", completou sobre as críticas que recebe sempre que fala durante o programa sobre assuntos polêmicos como política, homofobia, racismo, entre outros.

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Faustão. Foto:divulgação/TV Globo.


“O gaúcho tem a característica de ser comandante”. A afirmação é de Fausto Silva, apresentador da Rede Globo, em entrevista para o programa Timeline, da Rádio Gaúcha.

Ele comentou sobre a crise financeira que o Estado enfrenta e elogiou os gaúchos. “O Rio Grande do Sul precisa voltar a ser o Estado, que todo mundo sempre admirou”, disse.

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Fausto Silva: "A internet não deixa de ser openico do mundo”
“A Lava-Jato deveria ter chego junto com Cabral”,afirma Faustão em entrevista  

Segundo o apresentador, o Rio Grande do Sul colaborou para o aumento de seu peso no passado, sobretudo quando vinha para Porto Alegre assistir aos jogos do S.C. Internacional. O apresentador lembrou dos tempos em que era repórter esportivo e que viajava seguidamente para o RS.

Quando perguntado sobre questões pessoais e sobretudo pela cirurgia de emagrecimento, Fausto relembrou a fase em que não cuidava da alimentação. “Sabe como são os gordinhos e eu não era diferente. Não comia muito. Comia errado. Nunca bebi na vida”, garante.

Faustão foi submetido a uma cirurgia bariátrica em julho de 2009 e garante que perdeu em torno de 35 kg. Entretanto, afirma que o procedimento é parte de um processo maior. “A cirurgia só da resultado se a pessoa muda a cabeça”, reforça. Ele salientou os cuidados que precisou tomar no pré e pós operatório. "É preciso estar bem psicologicamente!" - disse o apresentador.

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Faustão. Foto: José Paulo Cardeal/TV Globo/Divulgação


Em entrevista ao programa Timeline, da Rádio Gaúcha, o apresentador da Rede Globo, Fausto Silva, falou sobre a Operação Lava-Jato. Em sua opinião, a força-tarefa não só deveria continuar, mas ter começado muito antes. "A Lava-Jato deveria ter chego junto com (Pedro Álvares) Cabral", declarou fazendo referência ao ano de 1500, datado como o descobrimento do Brasil.

Para Faustão, o Brasil precisa voltar a acreditar. “Só tem confiança um País que tem esperança. Como não tem esperança a confiança é zero. Ou o Brasil acaba com a corrupção, ou a corrupção acaba com o Brasil”, comentou enfatizando que ter opinião é essencial e isso é o que marca o seu estilo.

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Clique aqui e ouça a entrevista na íntegra
“O gaúcho tem uma característica de ser comandante”, garante Faustão
Fausto Silva: "A internet não deixa de ser o penico do mundo”
Entenda o que é a Operação Lava-Jato 

- "Desde a década de 50 se ouvia falar na questão das empreiteiras e da corrupção", enfatizou reforçando que há uma mentalidade de "levar vantagem" que os brasileiros precisam abandonar. “A Lava-Jato tem que ser permanente e no Brasil inteiro”, concluiu.

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