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 Índices de janeiro e fevereiro tem redução significativa comparada ao mesmo período dos últimos seis anos.

Por Luciano Coimbra, Claudio Gomes e Ângela

O período de férias é caracterizado pela diminuição do número de veículos em circulação nas ruas de Porto Alegre e mesmo com essa redução, os números de acidentes nem sempre foram tão baixos. Em um comparativo, a soma dos dois primeiros meses do ano vigente, é menor que o resultado das ocorrências no primeiro mês da pesquisa.
De acordo com a Assessoria da Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC), os dados do primeiro bimestre de 2018 apresentaram a menor média comparando com o mesmo período estudado desde 2013. Conforme o infográfico é perceptível a queda nos índices coletados pelo órgão fiscalizador. Mesmo que seja sinalizada essa diminuição, o diretor-presidente da EPTC, Marcelo Soletti, salienta que é importante redobrar os cuidados quando o fluxo de carros volta à normalidade.
Ele afirma que “continuam as ações focadas na preservação e proteção dos pedestres, além da presença ostensiva de agentes de fiscalização para o ordenamento do trânsito, para evitar acidentes. Além da questão dos atropelamentos de pedestres, a acidentalidade com motos igualmente é uma preocupação”.


Aos 12 anos de idade a jornalista Denise Cruz já sabia o que queria ser.
"Assistindo a novela Vale Tudo tinha uma atriz que fazia uma produtora em uma revista pela atriz Lidia Brondi e pensei é isto que quero ser” - contou ela a reportagem.


Com uma carreira brilhante de 20 anos na RBS, onde deu início, como estagiária, em um projeto na época chamado "Novos Talentos". Depois da etapa de estágio, foi direto para Rádio Atlântida produzir textos, isto em 1996.

Denise Cruz protagonizou a primeira vez em que uma voz feminina leu os noticiários da Rádio Gaúcha,  isso aconteceu em 2006. "Me deram um texto e disseram, vamos pro ar - não tive tempo de ler o antes o texto." Ela leu, ao vivo, o texto de 3 minutos e ao sair do estúdio foi aplaudida pelos colegas de redação.



Atualmente, Denise é uma das principais vozes da Rádio União FM, em Novo Hamburgo. Foi por lá que estive no dia (7) acompanhando como "sombra" (trabalho da faculdade) a rotina de trabalho da jornalista.  
Ela apresenta um programa chamado "Sintonia", ele é diário e tem como focos: comportamento, música, cultura, lazer, cinema, literatura e informação. Denise também apresenta o programa "Retrô" em outro horário - neste,  rola as melhores músicas dos anos 70,80 e 90.

Denise conta que antes mesmo de chegar em Novo Hamburgo, já liga o rádio do carro para estar atualizada das últimas notícias ate chegar à União FM. Entrando no ar, já conectada nas redes sociais, para interagir com os ouvintes, ela atualiza o trânsito, a previsão do tempo e traz as informações do dia resumidas. Isso tudo, ela edita e faz ali mesmo - enquanto opera a mesa de áudio.
Ainda antes de sair da rádio alimenta o site da Rádio União com notícias e participa da reunião de pauta.


“Acho legal quando as pessoas têm um segmento, quando escolhem seus editoriais, e ai se tornam profundo conhecedores de tal editoria, mas você também tem que saber das outras editoriais, tem que ter esta visão múltipla. Hoje em dia não dá para ser só uma coisa, você tem que ser muitas coisas. Como a gente é na vida. Eu sou jornalista, radialista, professora, mãe, é assim. E assim temos que ser na profissão também” - explicou Denise sobre o momento em que estamos - com a comunicação e tecnologia andando lado a lado.



Durante este mês por quase trinta dias estava tendo uma exposição no Museu Santander Cultural em Porto Alegre, onde tinha como nome Queermuseu Cartografias da Diferença na Arte Brasileira.


Esta é a obra mais compartilhada e comentada nas redes sociais a pintura de Jesus Cristo com vários braços a obra é Cruzando Jesus Cristo Deusa Schiva, de Fernando Baril.




Onde retrata a diversidade de gênero, mas um grupo de conservadores foram ao museu protestar para o fechamento desta exposição.

Com isto teve forte influência nas redes sociais com grandes críticas, repercussões e realmente acontecendo seu cancelamento.

Não podemos entender como o museu pode aceitar a pressão nas redes sociais e fechar se a arte serve para observar, analisar, debater, fizer pensar no que o autor quer nos mostrar, estamos vivendo uma época em que muito se discute as diversidades que estão no nosso cotidiano.

É um absurdo pensar que ainda estamos vivendo uma época de proibir ou de selecionar o que vai ser visto como neste caso obras de arte como nos anos da ditadura no país.

O que esta errada neste caso não é o tipo de arte, mas sim, a empresa fechar a exposição devido ao tema proposto.


 Onde vamos parar com esta intolerância que estamos passando?


Aos 28 anos de idade o jornalista esportivo Rodrigo Oliveira já cobriu duas copas do mundo. Este é um dos assuntos que foi palestrar na Faculdade São Francisco de Assis em Papos com a Mídia, dinâmica realizada pela Coordenação dos Cursos de Comunicação no último dia 29.

Falou aos professores e futuros jornalistas o seu dia-dia na Rádio Gaúcha na qual trabalha há oito anos. Falou um pouco de sua experiência na Rádio Guaíba onde deu inicio a sua carreira, disse que antes de entrar para faculdade fazia cursos de especialização na área e uma colega que já trabalhava a Rádio Guaíba o indicou.

Gosta muito de futebol desde pequeno, já ia aos estádios acompanhar o seu time do coração então veio à pergunta por que não falar qual time ele torce.” Isso só coloca o jornalista em suspeição quando for colocar seu ponto de vista”.

Foto: Facebook do palestrante

Quando perguntado sobre o jornalismo hoje disse: “Hoje a internet que decide o que é mais importante, no jornalismo deve buscar o que é de interesse público, no rádio aproveitar as redes sociais na busca as notícias, dominar todas as mídias, porque nas redes sociais isto se impõe”.
Encerrou dizendo que Mídia qualquer um faz, mas jornalismo tem que ser um profissional.


Siga Angela Ribeiro / angelaribeiro459@yahoo.com.br

                                                             foto: memoriaglobo.globo.com

Em entrevista à Rádio Gaúcha, o apresentador das tardes de domingo da Globo, Fausto Silva falou um pouco da sua trajetória na comunicação. Demonstrando admiração pelo povo gaúcho, ele relembrou o convite para trabalhar no sul na própria Gaúcha no início da carreira. "Foi o professor Rui Carlos Osternann que me convidou, na época" - contou ele aos apresentadores do programa Timeline Gaúcha. Além das memórias, o apresentador falou sobre como conduz o seu programa atual, comentou o cenário político e econômico do Brasil, e sobre as gerações do rádio no sul e suas influências.

Ele fala que o Rui Carlos Osternann estava saindo da rádio Guaíba e iria montar um novo time na Gaúcha e o convidou - "por pouco não vim morar em Porto Alegre".

Fausto deixou clara sua admiração pelos gaúchos: "os gaúchos são comandantes tanto no futebol como em outras áreas como o próprio Carlos Henrique Schroder que é o atual diretor geral da Rede Globo, a força da mulher gaúcha nos últimos anos" - disse ele, enfatizando a boa formação e desenvolvimento cultura do RS.

Na economia, o apresentador demonstrou estar por dentro das notícias sobre a crise do Estado, e disse que torce pela virada deste quadro econômico negativo. 

Quando perguntado sobre a internet, se tem grandes benefícios - Faustão diz que sim. Segundo ele, a internet também é um grande problema do mundo. "Quando se está há 35 anos no ar, como eu -  precisamos falar muito, com isto é fácil cometer erros e ficar exposto". Fausto diz que uma frase fora do contexto por gerar um problema, mas já não dá bola para isso pela experiência que tem.

Sobre a política brasileira, o apresentador disse que não sofreu qualquer tipo de pressão, ou pela emissora onde trabalha ou por partidos ou ideologias. Faustão disse querer distância da política. "A minha única bandeira é termos um país descente, e que a Lava-Jato já deveria ter começado muito antes,  o lado positivo do que está acontecendo hoje é que a classe pobre tem consciência em acabar com a corrupção." - disparou ele. Além disso, Fausto Silva disse que não usa ponto eletrônico e que a Globo não interfere nos seus discursos ao vivo nos programas de domingo. "Até por isso que o nome do programa é Domingão do Faustão, eu falo o que eu quero"- disse ele.

Com orgulho, relata que seu programa é "ao vivo" na maior emissora do país - visto por crianças e idosos, pode ser chamado de "programa supermercado" e por isso tem que usar linguagem para todos os públicos. O Domingão é popular, mas também pode falar de assuntos de prestação de serviço como câncer de mama com um especialista. Faustão contou que precisou se adaptar para atender ao público - foi mudando com o tempo a linguagem e adquirindo personalidade artística com uma marca definida. "Quando eu era do rádio tinha uma linguagem, quando estava no Estadão era outra mais intelectual e quando era no programa Perdidos da Noite era adaptada porque tinha censura política, mas sem perder a personalidade." - contou ele.

Ao final, comentou o acidente com o time da Chapecoense e o que pode ser dito hoje da solidariedade recebida Ele citou uma frase de Chico Xavier: “Até nas grandes tragédias sempre tem um fato positivo não se revolte não pergunte por que um dia você vai ter esta resposta até mesmo depois das grandes tragédias."

Ele disse que hoje a cidade está muito mais unida para se solidarizar com as famílias da delegação e que isso serve de exemplo para o povo brasileiro usar em outras áreas,  como saúde e educação.






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