Após cancelamento da mostra "Queermuseu" usuários expressam opiniões através de rede social

Foto: Veja Abril. 

Texto por: Thayná Oliveira


O cancelamento da Mostra Queermuseu que foi exibida no Santander Cultural em Porto Alegre, provocou reações parciais no público virtual. Diversos usuários fizeram de suas redes sociais a forma de expor suas opiniões tanto sobre as artes apresentados quanto sobre o cancelamento da exposição por parte do MBL (Movimento Brasileiro Livre).

As redes sociais tem sido usadas para informar, comunicar, expressar opiniões e também como forma de manifesto e foi isso que os usuários que foram contra a exposição fizeram, com fotos de diversos cartões quebrados e com a informação de que várias contas foram encerradas mostrando-se contrários à “depravação” como muitos citaram.

O cantor Zezé di Camargo disse em entrevista recente que o Brasil nunca passou pela ditadura militar, fazendo com que os internautas o atacassem como na internet tudo é motivo para comparação os usuários se manifestaram, perguntando onde estava o direito de expressão comparando a polêmica do Queermuseu.


O principal motivo apontado para a a censura da exposição foi dada ao fato da sexualidade infantil onde crianças fossem visitar a exposição e "confundir" seus pensamentos. Muitos acharam que a mostra poderia ter uma classificação indicativa, mas não foi que aconteceu, já que menores de idade visitaram a exposição. 

Após a censura da mostra os apreciadores das obras se sentiram desrespeitados por terem a mesma cancelada, já que apenas a opinião do MBL foi "acatada" quando ocorreu o cancelamento, não foi feito votação, não foi colocada faixa etária, foi cancelado, sem perguntar, sem opinar, sem democracia.



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