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Tá Acontecendo | Unifin

   foto: Wagner Abreu/ Estúdio TVU


Desde cedo, Felipe Vieira começou na rádio Sobrau da cidade de Butiá. Na época, era um garoto de 13 anos. Tempos depois, ele dá início a sua profissão ao jornalismo. 

"Comecei através de um concurso que a rádio fazia para seus ouvintes" - contou ele.  

Ele começou a perder o medo do microfone, aperfeiçoando a fala, ganhando a prática para em público.  Cobria o futebol mirim, anotando os resultados dos jogos escolares.  Mais tarde, começa a faculdade de jornalismo e trabalhos nas rádios tradicionais do RS.

Felipe Vieira passou por grandes veículos como Grupo RBS, Bandeirantes e Rádio Guaíba, onde atua hoje em dia. Hoje, o jornalista apresenta o programa "Agora FM 101,3" e à tarde, grava para o programa 21:30, da TVU, com uma diversidade de convidados. Foi convidado para apresentar o programa de TV pelo Guaracy Andrade. Antes de aceitar o convite de Andrade, Felipe Vieira fez algumas exigências - para ser algo descontraído, pensando nos telespectadores,  ele optou por um programa com diversidades de temas, abordarem fatos do cotidiano. Mas programa trata também sobre política, cultura, entretenimento. Além das solicitações de produção do programa, ele deixou claro que gostaria de trabalhar com pessoas da sua confiança. O programa tem a produção de Matheus D’Avila.

Felipe Vieira ressalta que o jornalismo tem que ser muito expressivo e entrar na vida das pessoas. Ele enfatiza que a informação certa trata dos assuntos que afetam a vida do público - sendo assim - ele traz muita informação de serviço, de transito,preço de produtos e etc. 

"As notícias estão na nossa volta e ninguém está percebendo, aí que entra o jornalista. Nos dias atuais, as pessoas andam muito apressadas, sem tempo e a função do jornalista é editar o que é importante e o que afeta a vida das pessoas. Infelizmente as pessoas não tem tempo para se aprofundar".

Nos dias atuais as pessoas não tem mais tempo para ficar presa num canal ou em uma única emissora. A evolução tecnológica faz com que as pessoas consumam as notícias com instantaneidade e a função do jornalista é filtrar e editar o mais importante para o seu público. 

"O infoentretenimento é a novidade do momento, mas não é o que mais interessa, o que interessa são as notícias que afetam a vida das pessoas"- disse ele.

Para Felipe, a tecnologia ajuda os jornalistas de forma muito fácil e dinâmica.  "Com um aparelho celular, a pessoa pode gravar vídeo em HD, áudio, fotos e construir algo relevante para o seu público". 

Reforçou que na época de faculdade era mais difícil. Os estudantes tinham que pegar os equipamentos da instituição para produzir algum material. Hoje com o avanço da modernidade, está mais fácil produzir os trabalhos. O único problema da tecnologia é o Fake News. Pra tentar combater as notícias falsas, a solução é divulgar e denunciar da mesma forma que ela é expandida. "Para o momento, não há o que fazer, mas tem algumas soluções de promover agências para tentar combater as informações falsas". 

Com a tecnologia e a internet a favor do jornalista, Felipe Vieira fala que o futuro para a profissão vai abrir um leque. As grandes redes vão continuar, o público vai ter mais opções para assistir, ouvir ou ler.

                                                 https://youtu.be/mBlmZEDsKY8

Boca de Rua Palestrando na UNIFIN

No dia 10 de outubro a faculdade São Francisco de Assis recebeu uma palestra de moradores de rua. A organização do evento foi pelo aluno Tiago Oliveira Campiol que teve interesse em buscar um diálogo para alunos da instituição com os participantes do Jornal Boca de Rua.
A palestra foi diferenciada por relatos de como era as reuniões de pauta do jornal. Édson morador de rua há mais de 15 anos mencionou que: “entre nos moradores de rua tem respeito”, e que o jornal possibilita dar voz aos menos favorecidos e oprimidos perante a sociedade em que vivemos. Para ele os moradores de rua sofrem com maus tratos de pessoas, policiais e da sociedade. O jornal visa mostrar a realidade de pessoas que nunca consegue ter voz para denunciar os maus tratos feito pelas autoridades e sociedade.
Para Ezequiel o jornal é uma liberdade de expressão para a comunidade da rua e que se sente feliz por poder ser um colaborador do Boca de Rua.

Wagner Abreu



A exposição realizada no espaço Santander Cultural, foi aberta ao público no dia 15 de agosto, que seria exibida até dia 8 de outubro, a mostra Cartografias da Diferença na Arte Brasileira foi cancelada antecipada pela entidade. A revogação foi por causa de movimentos políticos, partidários e religiosos. Foram reunidas 270 obras de 85 artistas no museu. A curadoria foi realizada pelo Gaudêncio Fidélis.
A mostra trata sobre questão de gêneros e adversidade sexual, durante a exibição da mostra, militantes de um grupo político protestaram contra a produção exposta no museu Santander Cultural. O protesto aconteceu pelo Movimento Brasil Livre (MBL), questionando que as obras tratavam de pedofilia, zoofilia e blasfêmia contra importantes símbolos religiosos.
Amostra trata de uma visão diferente, mostrando a diversidade artística analisando as diferenças entre os gêneros de diversos públicos. Com obras de Pinturas, colagem, gravura, fotografia, serigrafia, desenho, cerâmica e audiovisual.
A exposição tratava sobre assuntos polêmicos dividindo entre os lados políticos que rendeu muita discussão entre o público de direita e esquerda. A direita diz que o programa da exposição é uma apologia e incentivo a pedofilia e zoofilia, e a esquerda contesta dizendo que a exposição está promovendo a arte.
O curador Gaudêncio Fidélis, bacharelado em Artes Plásticas, diz que ficou surpreso com o cancelamento da exposição por não consultarem ele para o fim precocemente da mostra.
Contato: wagner.abreu16@gmail.com
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Na última terça feira, 29 de agosto, o jornalista Rodrigo Oliveira, da Rádio Gaúcha, palestrou na faculdade São Francisco de Assis. O convidado falou sobre sua carreira de jornalista esportivo, futuro do jornalismo, mudança nas entrevistas dos jornalistas esportivos e sobre sua passagem na copa do mundo 2010 e 2014.
Rodrigo ressalta que conseguiu cobrir a Copa do mundo de 2010, por falar fluente o inglês.  O jornalista foi premiado pela matéria (Coronéis do Futebol), exibida no Jornal Zero Hora e rádio Gaúcha. Uma reportagem denunciando os barões do futebol Brasileiro coligado com a Confederação Brasileira de Futebol.
Com a revolução da web o jeito de comunicar mudou-se e que a rádio não deve brigar com as redes sociais, a internet deve estar junnto com o rádio para comunicar com instantaneidade para os seguidores e ouvintes. E que o twitter é uma ferramenta fundamental usado para o jornal, pela facilidade e agilidade de se comunicar.
“O jornalismo esportivo não é entretenimento e sim uma profissão séria” para o jornalista a profissão é mais que uma diversão para o trabalho o jornalismo esportivo é algo muito sério por se tratar de entrevistas e fatos acontecidos no esporte.
Para o Rodrigo, o jornalismo de beira do campo de futebol teve mudanças com o tempo, nos anos 80 o jornalista tinha mais acesso aos jogadores por entrevistar direto no campo, hoje não. Para entrevistar um jogador é uma burocracia tendo que passar por um assessor de imprensa, muitas vezes os auxiliares não apoiam o jornalista para finalizar algum trabalho.
A entrevista foi muito boa e possibilitando aos estudantes o conhecimento da profissão de Jornalismo esportivo vivenciado por Rodrigo Oliveira.


Contato: wagner.abreu16@gmail.com
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O programa Timeline da Rádio Gaúcha entrevistou o apresentador Fausto Silva em dia de programação festiva.  Era aniversário da Gaúcha quando o trio Kelly Matos, Luciano Poter e David Coimbra fizeram a entrevista. O apresentador comenta que por pouco não foi trabalhar na Rádio Gaúcha no começo da carreira. "Foi um convite do professor Ruy Carlos Ostemann que tinha saído da Rádio Guaíba e montava um novo time para a Gaúcha" - lembrou Faustão. Entre os assuntos da entrevista, Faustão falou sobre corrupção, liberdade de expressão, e sobre seu  compromisso com a comunicação. O apresentador disse que quer manter distância da política por viver uma pressão de governos anteriores e das mazelas que o país está vivenciando em um momento de corrupção. "Ou o Brasil acaba com a corrupção ou a corrupção acaba com o Brasil”.

Faustão reforça que tem liberdade para falar o que quer e não sofre pressão dos gestores da Globo. "Até por isso que o nome do programa é 'Domingão do Faustão'" - conta ele.  Os diretores gerais da emissora não se metem nas suas opiniões. Ele diz ter liberdade para falar o que quer e que não usa ponto eletrônico. Além disso, Fausto diz ter orgulho de ter um programa que fala para diversos segmentos e classes sociais.

Ele relembrou os tempos do programa de rádio 'Perdidos na noite' e comparou - "o domingão é mais difícil de fazer pelo fato de obter diversos públicos - crianças, adolescentes e adultos".  O apresentador se orgulha pelo fato de o programa ser o primeiro a apresentar e falar sobre projetos como 'Fome-Zero', sobre temas como câncer de mama e violência contra criança e mulher.   "O “Domingão do Faustão tenta levar a responsabilidade social e prestação de serviço ao público”- explicou ele. Fausto Silva falou sobre ter uma marca definida e que esse foi o diferencial.  Adaptou a  linguagem para o jeito brasileiro e que mudou o conceito de televisão para todas as idades, sem perder a identidade e personalidade.

No Brasil, segundo ele -  falta comportamento ético nas pessoas. "O velho jeitinho brasileiro tem que acabar". De acordo com o apresentador, o cidadão precisa entender que o Brasil está vivendo um momento novo, pelo fato de que os grandes figurões estão sendo presos. "Bom seria se o mesmo empenho da Lava-Jato estivessem em ações para salvar a educação, segurança, moralidade pública, gestão publica do nosso País. "Se tivéssemos a mesma garra e união, como temos no esporte, na organização de uma Copa do Mundo ou Olimpíada para reorganizar o país - teríamos um outro Brasil" - disse ele.  



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